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    • 06 JUL 17
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    Já falamos aqui sobre as restaurações metálicas, também conhecidas como amálgamas ou ligas de mercúrio. Elas não são esteticamente muito boas, mas compensam esse fator com duas boas vantagens sobre as outras: resistência e durabilidade. Justamente por serem mais resitentes, são as mais indicadas para os casos em que a perda dentária é muito grande. E, ao contrário das de resina, costumam até ficar melhores com o tempo. De acordo com a cirurgiã dentista Ana Tokus, do blog Medo de Dentista, “a própria mastigação provoca uma corrosão marginal, o que vai vedando melhor a cavidade”. Para restaurações maiores em dentes de trás, o amálgama é o mais eficiente e durável.

    Mas se você não quer o efeito metálico na boca, pode optar pelas restaurações de resina ou porcelana. As de resina são compostas por polímeros e partículas vítreas, ajustadas até ficarem da cor do dente. Têm boa estabilidade, mas alguma possibilidade de expansão ou retração. Isso pode abrir portas para infiltrações indesejáveis, o que significa que, ao longo dos anos, pode ser necessário trocar essas restaurações. Mas esteticamente falando, são ótimas.

    Já as restaurações de porcelana são compostos cerâmicos formados por óxido de silício, zircônia e alumina. Essa mistura é a que melhor resultado dá com relação à cor, pois ela não se altera com o uso, mantendo sempre o tom original.

    Com essas informações básicas você já pode avaliar o custo-benefício de uma troca de amálgama por resina ou porcelana. As de amálgama não envelhecem e dificilmente precisam de reparos. Seguram muito bem o tranco da mastigação ao longo da vida. As de resina e porcelana dão um aspecto muito melhor ao sorriso, mas eventualmente podem ter que ser trocadas. Então avalie a real necessidade dessa troca.

     

    Fonte: Engenheiro de materiais  Medo de dentista

     

     

     

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